Meu primeiro
contato com a leitura, que eu me recorde, foi com gibis da “Turma da Mônica”.
Meu pai trazia para casa um desses gibis todo final de semana quando voltava do
trabalho. O mais engraçado é que ele não enxerga bem e não sabe ler e escrever
por não ter terminado seus estudos, mas mesmo assim trazia os gibis sem saber
como era importante eu ter contato com este universo. Isto é a prova de como a
influência da família é necessária na educação e no aprendizado da criança
antes mesmo dela ingressar a escola.
Lendo e escutando
as opiniões de vários profissionais de diversas áreas sobre a leitura e a
escrita, a entrevista com o cantor “Gabriel, o Pensador” me fez refletir o
quanto nós professores somos importantes para o aprendizado dos alunos. Tentei
me lembrar qual foi o primeiro livro que li incentivada por alguma professora e
veio dois livros a minha cabeça: “O diário de Serafina” e “Se... Será?
Serafina”. Pesquisei estes dois livros na internet e foi muito prazeroso ver a
capa, os desenhos e recordar alguns trechos. Lembrei também que houve a
proposta de fazermos nosso próprio diário, não sei o que escrevi, mas penso
como este momento e tantos outros que não me lembro foram importantes para o
meu desenvolvimento na leitura e na escrita.
Hoje pensando
nesses livros e em muitos que já li, caracterizo a leitura como uma fuga da
nossa própria realidade ou a ampliação da mesma.
Prof. ELIZABETH MARTINS KAGUIYA CARRARO
Nenhum comentário:
Postar um comentário