segunda-feira, 17 de junho de 2013

PLANO DE AULA
Tema: Sentenças Algébricas
Conteúdo: Equação de Primeiro Grau
Ano/Série: 8° - 7°
Tempo estimado: 12 aulas de 50 minutos cada
Justificativa: Segundo o currículo do estado de São Paulo devem ser garantidos a todos os alunos o acesso e a compreensão das ideias fundamentais dos conteúdos, respeitando seu desenvolvimento intelectual e de acordo com a proposta que preconiza o estudo das sentenças algébricas e resolução da equação do primeiro grau na 7ª série - 8º ano.
Com a introdução do uso de letras, o aluno perceberá que na disciplina utiliza diversos símbolos para representações de variáveis.

Objetivo: 

- Desenvolver a competência leitora e a competência escritora.

-Estimular o habito da leitura e pesquisa.

-Contextualizar a equações do primeiro grau com situações cotidianas.

- Introduzir o uso das narrativas, também como propriedade matemática;

 - Apresentar ao aluno o uso das variáveis por meio das letras;

  - Inserir novos meios de aprendizagens;

  - Propiciar mecanismos para que o aluno interaja com a sua realidade;

- Mostrar as diversas formas de representação da leitura e da escrita também       no estudo da matemática, fazendo a intertextualidade entre os números e as letras.

Metas: 80% da turma

O ensino de álgebra deverá contemplar todos os alunos, sem exceção, por isso a importância do uso das narrativas, visto que, todo aluno tem um conhecimento prévio capaz de ajudá-lo nesta nova prática matemática.

Procedimentos: Uma aula introdutória apresentando para o aluno uma nova ferramenta de trabalho, um novo campo de conhecimento que irá percorrer toda a sua vida. Promoção da transposição e acolhimento do conhecimento da matemática com a língua materna por meio das letras.
-Criação de situações problemas retirados a partir da leitura de jornais e revistas..

Recursos materiais e tecnológicos: Sala de aula, com lousa, giz, quadro alfabético, bola, teatro ou sala de leitura para dramatizações.

Avaliação e Recuperação: Processual e contínua. O aluno será avaliado passo-a-passo, ou seja, sua produção oral e escrita, resolução dos exercícios em sala e em casa, acompanhamento na evolução gradativa da matéria, realização em grupo e individual de pesquisas e avaliação escrita e aos alunos com dificuldades será oferecido o apoio integral do professor e de alunos monitores, durante todo o percurso.

Observação: Por meio deste conteúdo serão trabalhadas as habilidades de inserção lúdicas junto com o conteúdo matemático. Usando as narrativas, que também permeiam a disciplina, planejamos desenvolver a Competência leitora e escritora na matemática e o uso da interdisciplinaridade, para que os conteúdos tenham sentido no cotidiano do educando.

Prof. Mario Meireles do Nascimento - Contribuições dos cursistas Melhor gestão Melhor ensino
Adriano David Moraes Pinheiro - Edgar João da Rocha -  Ilza Maria Bernardes de Oliveira - Lucia Helena Aparecida Rosa 

domingo, 16 de junho de 2013



ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR VICENTE PEIXOTO
Professor: Adriano David Moraes Pinheiro
PLANO DE AULA
 Tema: Medida de ângulos
Conteúdo: Ângulos formados por duas retas paralelas interceptadas por uma transversal
Ano/Série: 7°/ 6ª
Tempo estimado: 5 aulas de 50 minutos cada
Justificativa:
Utilizando uma figura de uma Pipa hexagonal (figura 1) como representação de entes da geométrica plana, percebeu-se que os alunos tinham dificuldades para identificar e relacionar os diversos ângulos contidos na figura e como consequência a necessidade de se trabalhar com o conteúdo proposto.

Objetivo:
A partir da análise, interpretação e resolução da do exercício envolvendo retas paralelas cortadas por transversal o aluno deverá ser capaz de:
Compreender os conceitos associados ao estudo dos ângulos e aqueles formados por duas paralelas interceptadas por uma transversal.

Habilidades:
Reconhecer a aplicar o teorema das paralelas cortadas por transversal para resolução de problemas envolvendo ângulos entre retas.
Competência:
Analisar as figuras apresentadas nos relacionando-as com situações problemas. Identificar e aplicar os conceitos e conteúdos aprendidos na série/ano, deduzir e ou calcular os resultados solicitados.
Procedimentos:
1 – Revisão dos seguintes conteúdos: Ponto, reta, segmento de reta, retas paralelas, retas concorrentes, retas perpendiculares e figuras planas.
2 – Ângulo, medida de ângulos, classificação dos ângulos e utilização do transferidor para medir ângulos.
3 – Identificar e classificar e determinar os ângulos formados pelas paralelas cortadas por uma transversal.
4 – Utilizando régua, esquadro, compasso e transferidor construir uma “pipa” com o formato hexagonal.

Material Utilizado:
1 – Régua, esquadro, compasso e transferidor.
2 - Folhas de sulfite.
3 – Lápis, borracha e caneta.
4 – Livros didáticos.

Avaliação:
O aluno será avaliado das seguintes maneiras:
1 – Participação individual e em grupo.
2 – Representar graficamente um modelo de pipa hexagonal que possua no mínimo um par de retas paralelas e uma transversal e usando os conceitos aprendidos sobre retas paralelas interceptadas por uma transversal identificar os ângulos de mesma medida.
3 – Resolver problemas em uma prova objetiva.

domingo, 9 de junho de 2013

APRENDER MEDIDAS MEDINDO...

Professora: Lúcia Helena Aparecida Rosa - Osasco

Projeto referente à leitura de livros paradidáticos Medindo Comprimento de Nilson José Machado
TEMA: APRENDER MEDIDAS MEDINDO...
JUSTIFICATIVA
De modo geral a geometria não recebe a atenção adequada;
Aprendizagens dos conteúdos devem estar associadas ao cotidiano da comunidade escolar;
Os conceitos ou conhecimentos de simetria, figuras geométricas, planificação e sólidos, plantas, escalas e medidas no geral, são mais bem assimiladas se colocados em prática.
OBJETIVO
Enriquecer e valorizar o universo do educando;
Aprimorar os processos de conhecimentos;
Desenvolver a autonomia dos educandos;
Valorizar a criatividade a troca de experiências e interação;
Fazer analogias com várias situações cotidianas
DADOS GERAIS
Educandos de 6 ano 7ªsérie 7 ano 8ªsérie
Realização 2º bimestre e continuação no 3º bimestre;
Materiais utilizados: régua, trena, barbante, cartolina, calculadora, cola,canetas ,material reciclável ( caixa de leite, fósforo,creme dental entre outros).
CONCEITOS ENVOLVIDOS
Simetria, figuras planas, formas espaciais, medidas em geral, planificação e construção de sólidos geométricos, conversão de medidas, escalas, construção da planta de espaços da escola e seu entorno.
METODOLOGIA
Trabalho de leitura/construção em  grupo;
Confecção de planta do entorno escolar;
Medição de salas de aula, quadra esportiva, corredores, escadas  etc;
Pesquisa de campo: medição e observação do entorno escolar;
Conversão das medidas obtidas referente à observação em escala;
Confecção das plantas e maquetes dos espaços escolares.
AVALIAÇÃO
Através da avaliação contínua cada educando foi observado, durante todo processo o educando foi chamado a participar mais, incentivado quanto sua criatividade, interação, troca, respeito pelo outro colega e professor, associar a teoria da leitura com a prática etc.
PONTOS POSITIVOS
Interação, troca , criatividade, envolvimento (tudo parecia novo).
PONTOS NEGATIVOS
Pouco envolvimento de alguns educandos falta de perspectiva.
FINALIZAÇÃO: Durante 1 semana
Exposição para toda escola e confraternização para educandos do projeto, exposição do filme.
“Meu nome é Rádio” – Após a exibição do filme, houve um grande debate, o quanto é importante agarrar as oportunidades que a vida nos proporciona.

Imagem 1: Construção e Classificação de sólidos
 
Imagem 2: Construção da planta 



Imagem 3: Planta da Escola e seu entorno

Imagem 4: Maquete da escola e seu entorno (escala)





Depoimento



Meu primeiro contato com a leitura, que eu me recorde, foi com gibis da “Turma da Mônica”. Meu pai trazia para casa um desses gibis todo final de semana quando voltava do trabalho. O mais engraçado é que ele não enxerga bem e não sabe ler e escrever por não ter terminado seus estudos, mas mesmo assim trazia os gibis sem saber como era importante eu ter contato com este universo. Isto é a prova de como a influência da família é necessária na educação e no aprendizado da criança antes mesmo dela ingressar a escola.
Lendo e escutando as opiniões de vários profissionais de diversas áreas sobre a leitura e a escrita, a entrevista com o cantor “Gabriel, o Pensador” me fez refletir o quanto nós professores somos importantes para o aprendizado dos alunos. Tentei me lembrar qual foi o primeiro livro que li incentivada por alguma professora e veio dois livros a minha cabeça: “O diário de Serafina” e “Se... Será? Serafina”. Pesquisei estes dois livros na internet e foi muito prazeroso ver a capa, os desenhos e recordar alguns trechos. Lembrei também que houve a proposta de fazermos nosso próprio diário, não sei o que escrevi, mas penso como este momento e tantos outros que não me lembro foram importantes para o meu desenvolvimento na leitura e na escrita.
Hoje pensando nesses livros e em muitos que já li, caracterizo a leitura como uma fuga da nossa própria realidade ou a ampliação da mesma.
Prof. ELIZABETH MARTINS KAGUIYA CARRARO

Novo Depoimento



Depoimento sobre Leitura e escrita.

Faço-me lembrar de que minhas primeiras experiências de leitura se deram através talvez da professora mais importante da minha vida, a Professora Lourdes que lecionava para o primeiro ano da escola João Campestrine, no Munhoz Junoir- Osasco, em 1991.
Ainda menino, sofria de um problema gravíssimo de dislalia, para quem não conhece o mesmo problema que o Cebolinha, personagem do Mauricio de Souza, que troca o “r” por “l”; só que no meu caso a coisa ainda era mais grave fora o “r” por “l”, eu também trocava o “p” pelo “b”, o “f” pelo “v” e o “m” por “n”; uma verdadeira nova língua.
A professora Lourdes ao perceber minha dificuldade e em meio a nossa alfabetização, propôs um dos maiores desafios possíveis, justamente ler as estorinhas do personagem citado, de forma que eu fosse obrigado a grava o som de cada silaba, bem fundo na mente. Todo dia desde o meio do ano letivo, lá vinha a professora com dois ou três gibis, para que eu escolhesse um para levar para casa para leitura em voz alta.
De tanto ler, com o tempo corrigiu-se o problema fonoaudiólogo,  sem ter de recorrer a um especialista e criou-se um hobbie que trago até hoje de colecionar gibis e mangás e da leitura de livros de diversos gêneros desde aquelas iniciativa de minha professora.
Prof.Edgar João da Rocha.

A História do Número 1 Resumo


A História do Número 1
Resumo
O filme A História do Número 1 faz um passeio pela história da matemática tendo como personagem principal o número um. Esse representa o início de tudo, desde os primeiros registros simbólicos grafados em ossos para exprimir quantidades em uma sucessão de traços que permitia a contagem. Analisando os sumérios, o documentário atribui à sua representação do número um em cones de argila como responsável por possibilitar a representação da subtração e, assim, dar origem à aritmética. Sobre os algarismos hindu-arábicos, o documentário defende que seria mais correto denominá-los indianos, pois esses povos já utilizavam esse sistema algorítmico milhares de anos antes de Cristo, e os árabes, nesse processo, foram responsáveis por levá-los à Europa. Esses algarismos traziam uma novidade revolucionária: o número zero, o qual passa a dividir as atenções com o personagem principal do documentário. Como a representação do nada foi recebida pela sociedade europeia, e porque o uso do zero revolucionou a representação tanto de grandes quantidades quanto de muito pequenas são questões trabalhadas neste filme. Além disso, a obra analisa como os números um e zero se tornaram os responsáveis por uma das mais importantes revoluções do conhecimento humano: a informatização.

http://tvescola.mec.gov.br/